O prefeito de Estreito, Maranhão, Léo Cunha, voltou a se envolver em mais uma grande polêmica administrativa e jurídica. Desta vez, o impasse gira em torno dos candidatos aprovados no concurso público da Guarda Municipal, que seguem sem tomar posse mesmo após decisões favoráveis da Justiça.
Segundo informações, diversos aprovados ingressaram com ações judiciais e já obtiveram vitória em primeira instância, garantindo o direito à nomeação e posse nos cargos. Mesmo assim, a Prefeitura de Estreito recorreu das decisões, prolongando ainda mais a situação dos concursados.
Em um dos casos, o Tribunal de Justiça do Maranhão manteve o entendimento favorável ao candidato. Na decisão, a desembargadora Márcia Cristina Coelho Chaves negou o pedido da Prefeitura para suspender os efeitos da sentença.
“Ante o exposto, INDEFIRO o pedido de efeito suspensivo, mantendo, por ora, os efeitos da decisão impugnada”, destacou a magistrada.
A decisão aumenta a pressão sobre a gestão de Léo Cunha, que agora é acusada por candidatos e populares de desafiar decisões judiciais ao não cumprir imediatamente as determinações referentes à posse dos aprovados.
O caso tem repercutido nas redes sociais e gerado debates entre moradores do município, principalmente entre aqueles que defendem a valorização do concurso público e o cumprimento das decisões da Justiça.
Até o momento, a Prefeitura de Estreito não se pronunciou oficialmente sobre as críticas envolvendo o não cumprimento das decisões judiciais relacionadas ao concurso da Guarda Municipal.
















